Teatini deixou o cargo após a saída de Cristovam, mas retornou ao MEC e hoje é diretor de Educação Básica Presencial da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Ele nega qualquer irregularidade e diz que, na época, chegou a consultar Cristovam, que teria dado sinal verde.
O ex-secretário afirmou que apresentará recurso ao próprio TCU contra a decisão aprovada no último dia 19, com relatoria do ministro Benjamin Zymler.
Para o TCU, porém, a empresa Adag Serviços de Publicidade Ltda. havia sido contratada para prestar serviços de publicidade e não poderia ter editado a revista TV Escola, o que levou o ministério a gastar mais.