- Existe confusão intelectual e jurídica nesse assunto.
Legislações diferentes dão margem a arbitragens diferentes - disse Mangabeira.
O objetivo é que a região atue em conjunto nas discussões internacionais sobre patentes e proteção da biodiversidade. Segundo o ministro, o tema é prioritário em fóruns multilaterais e, por isso, é essencial harmonizar as legislações dos países.
- Não estamos preocupados apenas com a pirataria. Precisamos ter uma lei harmonizada de nossa biodiversidade.