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O medicamento é entregue gratuitamente pelo SUS mediante prescrição médica desde 2005. Até então, apenas vítimas de violência sexual tinham direito à pílula na rede pública. O número de tratamentos por esse método saltou de 513 mil em 2010 para 770 mil em 2011, mas muitas mulheres ainda se queixavam da dificuldade no acesso ao medicamento.
É válido lembrar que a pílula do dia seguinte não é um método contraceptivo indicado para uso frequente, deve ser ingerida apenas em casos inesperados de relação sexual desprotegida. Por possuir alta taxa hormonal, ela pode causar desconforto e reações incômodas, tais como: alterações no ciclo menstrual, interferência na ovulação, dor de cabeça, sensibilidade nos seios, náuseas e vômitos.