"O crescimento da renda não acompanhou com a mesma velocidade a procura por crédito e as pessoas passaram a agir racionalmente para não gastar mais do que podem", explicou o gerente de indicadores da Serasa Experian, Luiz Rabi. Mas, mesmo com o brasileiro apertado, não haverá problemas para as festas de fim de ano, especialmente porque o 13º salário (leia texto abaixo) dará novo fôlego à capacidade de endividamento.
Com a entrada de quase R$ 85 bilhões na economia com o 13º, a expectativa é que a primeira parcela do benefício seja usada para quitar débitos e, consequentemente, para que o consumidor recupere a capacidade de fazer compras a prazo. A segunda será utilizada como incremento na compra de presentes e para a preparação das festas de fim de ano.