O Ministério Público (MPGO)e a Polícia Civil de Goiás montaram forças-tarefas para investigar as mortes em série atribuídas a suposto grupo de extermínio formado por policiais militares baseados em Formosa.
Promotores de Justiça dizem ter provas suficientes para indiciar o comandante e outros sete integrantes do batalhão do município goiano distante 79km de Brasília.
O oficial irá a júri popular ainda este semestre sob acusação de assassinar um homem em Goiânia, quando era o chefe da Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam) na capital do estado. Ele responde também por uma chacina em outra cidade.
O major Ricardo Rocha e sete subordinados foram retirados do 16º Batalhão da PM de Goiás, em Formosa, na segunda-feira última.
Desde então, fazem serviços administrativos, em Goiânia.